Fica a duvida no ar, ocorre visceromegalia na dengue?

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Mitos e Erros:

Você poderia perguntar: então não existe dengue com hepatoesplenomegalia? Não. Na dengue não ocorre visceromegalia. Diante de um paciente com dengue confirmado, apresentando aumento do fígado e do baço, você pode e deve procurar alguma outra doença associada que poderia causar o aumento dessas vísceras.


Fica a duvida no ar?


Necropsia feita em Cuba ao exame microscópico:
          Necrose medio zonal de lobos hepáticos em todos os casos.
          Severa congestão visceral generalizada.





Necropsia feita no México: Hepatomegalia e esplenomegalia ao exame macroscópico.

Dengue e omissão:

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Dengue:
Nós estamos alertando sobre a epidemia de Dengue que se alastra na cidade de Ipiaú e nada se faz! Ou melhor, se diminui os recursos para diagnostico de Dengue em nossa cidade. Não há no momento nenhum local publico que faça o exame sorológico para dengue de imediato. Não digo os exames mais complexos e definitivos! Não se faz é os exames básicos de emergência: Hemograma, VHS, Proteína C e contagem de plaquetas. Dengue e uma doença de origem polifilética, com características convergentes na sua evolução.

Avandia & Diabetes.

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Estudo associa remédio para diabetes a ataque cardíaco:

AE-DOW JONES - Agencia Estado - sábado, 20 de fevereiro de 2010, 19:43 | Online.

WASHINGTON - Estudos confidenciais realizados por funcionários da Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (DEA, pelas iniciais em inglês) recomendam que o Avandia, polêmico medicamento de combate à diabetes fabricado pela farmacêutica GlaxoSmithKline, seja retirado do mercado por estar vinculado a ataques cardíacos. Os estudos, divulgados neste sábado como parte de um relatório sobre o Avandia elaborado por integrantes da Comissão de Finanças do Senado dos EUA, também consideram "antiético e explorador" qualquer teste no qual o Avandia seja usado ao lado do medicamento Actos, da concorrente Takeda Pharmaceutical. A GlaxoSmithKline vem realizando um estudo no qual os pacientes recebem Avandia, Actos ou outros remédios contra a diabetes. A companhia afirma ter testado o Avandia em mais de 52.000 pacientes sem ter encontrado nenhuma "relação estatisticamente significante" entre o uso do Avandia e ataques cardíacos.  
   
O outro lado da noticia:



GSK nega que remédio contra diabetes cause problemas cardíacos.

20/02 - 21h02min - EFE
Washington, 20 fev (EFE).- A GlaxoSmithKline (GSK) desmentiu hoje uma notícia do jornal "The New York Times" segundo a qual o medicamento Avandia, fabricado pela companhia e usado no tratamento contra o diabetes, tinha provocado centenas de ataques cardíacos. Em comunicado, a GSK disse que "rejeita as conclusões sobre a segurança do Avandia" contidas no diário nova-iorquino. O "Times" publicou na sexta-feira que o remédio provocou centenas de ataques cardíacos com base em relatórios de pesquisadores da FDA, a agência americana responsável por alimentos e medicamentos. Nos relatórios, os cientistas David Graham e Kate Gelperin recomendam a retirada do Avandia do mercado. Segundo a GSK, os testes científicos "simplesmente não estabelecem que Avandia aumente o risco cardiovascular isquêmico ou causa isquemia miocárdica". A companhia lembra que, em 2007, a FDA avaliou todas as experiências disponíveis sobre o remédio, incluindo a afirmação de Graham de que o Avandia produzia elevados riscos de um ataque cardíaco e as exigências de sua retirada do mercado. "Baseado nos testes científicos e em uma recomendação de um comitê assessor independente de especialistas reunidos pela FDA, a agência determinou que o Avandia poderia permanecer no mercado para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2", destaca a empresa. Desde então, o remédio foi submetido ao acaso a sete testes clínicos e nenhuma deles demonstrou uma associação estatisticamente importante entre o Avandia e casos cardiovasculares isquêmicos ou infartos, assegura a GSK. Uma pesquisa independente, a mais ampla e integral prova clínica feita deste medicamento até o momento, segundo a companhia, também não encontrou uma ligação do Avandia com ataques cardíacos. A própria multinacional diz ter realizado "o maior programa de análise científica para um remédio oral contra o diabetes", no qual fez testes com 52 mil pacientes. No entanto, o “Time” afirma que o Avandia, conhecido como rosiglitazona, está ligado à morte de 304 pessoas durante o último trimestre de 2009. O jornal diz que, segundo os relatórios, se cada diabético tivesse consumido um medicamento similar chamado Actos, quase 500 ataques cardíacos teriam sido evitados. Os relatórios são o ponto alto de um debate de anos sobre os verdadeiros efeitos do remédio. Uma investigação do Senado americano diz que a GSK deveria ter advertido os pacientes sobre os riscos potenciais do uso do Avandia. Em um memorando interno, a médica Janet Woodcock, diretora do centro de medicamentos da FDA, aponta que "existem opiniões conflituosas" sobre o medicamento e ordenou a criação de uma comissão que deverá determinar se o Avandia poderá continuar sendo vendendo. Os resultados dessa investigação serão divulgados na segunda-feira, mas o jornal antecipou que a GSK deveria ter advertido há anos que o Avandia é potencialmente letal. EFE cae/bba



Uma opinião: Enfermo com diabete crônico pode ter como complicação da doença, um problema cardíaco.

Uma questão:

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Questão:
Cidade: Maceió
País: Brasil
Assunto
Saúde: Dr. gostaria de saber se cisto atrás do joelho da dormência nos pés, fui pra um ortopedista ele falou que ñ, consultei outro, o outro falou que da sim dormência na perna e pés, vou fazer a ultrasom amanha pra saber se é cisto mesmo, segundo o angiologista ñ é varizes ñ. Um abraço!

Resposta: O cisto sinovial (Baker) localizado na fossa poplítea ou cistos ganglionares podem provocar uma compressão levando a dor na região distal da lesão (perna/pé). Mande noticias do resultado do US. que deve ser feito com Doppler colorido.




Dengue na micro região de JEQUIÉ.

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Será que já houve morte por Dengue na nossa região em 2010?


Será que já houve morte por Dengue no HRPV em 2010 - Jequié?


QUANTO TEMPO DEMORA, PARA SE ENTREGAR O RESULTADO DO EXAME, QUE CONFIRMA, QUE O PACIENTE TEVE DENGUE NA NOSSA REGIÃO?

Dengue:

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O dengue é a mais importante doença viral transmitida por artrópodes em seres humanos. Grave problema de saúde pública causando elevados gastos. Necessário se faz uma melhor avaliação do custo econômico da doença. Podem ocorrer morbidade e mortalidade significativas caso não haja identificação precoce e acompanhamento adequado das formas graves. A mortalidade entre pacientes com dengue hemorrágica ou síndrome do choque do dengue pode chegar a 40% se não tratados. A identificação precoce da doença com monitoramento e fluidoterapia adequada reduz a mortalidade a 1%. A recuperação dos pacientes se dá em 24-48 horas sem nenhuma seqüela. A maioria dos óbitos ocorre por choque prolongado, hemorragia profusa, excesso de fluidos, insuficiência hepática aguda com encefalopatia isoladamente ou combinadas. A taxa de mortalidade é alto devido a uma escassez de equipes médicas experientes. Dra. Priscila Lima Gomes.

Tracoma:

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http://www.eyeatlas.com/box/60tracoma3.JPG

Como parte da estratégia SAFE, tratamentos em massa com antibióticos são úteis no controle das cepas de clamídia ocular que o tracoma causa. A Organização Mundial de Saúde recomenda o tratamento pelo menos 80% dos indivíduos de cada comunidade. No entanto, o papel da cobertura antibiótica para controle do tracoma não foi devidamente caracterizada.

Tracoma, causada por uma infecção ocular por clamídia, é a causa infecciosa mais comum de cegueira no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a estratégia SAFE (cirurgia da pálpebra, antibióticos, higiene facial, melhorias ambientais) para o controle do tracoma. Os antibióticos orais podem reduzir a transmissão de clamídia ocular, mas a re-infecção de indivíduos tratados é comum. Portanto, a OMS recomenda anualmente um tratamentos de massa com antibióticos. O sucesso do tratamento é provável baseada em vários fatores, incluindo a cobertura antibiótica, ou a percentagem de habitantes que recebem antibióticos. No entanto, nenhum estudo analisou a importância da cobertura antibiótica para a redução da clamídia ocular. Aqui, realizamos análises de regressão multivariada em dados de um ensaio clínico de massa antibióticos orais por tracoma em uma área a ser gravemente afectado da Etiópia. Nos níveis relativamente altos de cobertura antibiótica em nosso estudo, a cobertura foi associada com infecção pós-tratamento em dois meses, mas não menos seis meses. A quantidade de infecção no início do estudo foi fortemente correlacionada com infecção pós-tratamento em dois e seis meses.Estes resultados sugerem que em áreas com tracoma grave tratados com relativamente uma alta cobertura antibiótica, aumentando ainda mais a cobertura pode ter apenas um benefício de curto prazo.

Na análise post-hoc de um grande ensaio clínico, a quantidade de infecção por clamídia endêmica foi um forte preditor de infecção por clamídia após a missa de tratamentos com antibióticos.Cobertura antibiótica foi um preditor importante a curto prazo da infecção por clamídia, mas não previu a infecção por seis meses após a missa de tratamentos com antibióticos. Uma ampla gama de cobertura antibiótica mais encontrada neste estudo pode permitir uma avaliação de uma associação mais sutil.

 

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